Pular para o conteúdo
Recursos
PT
EntrarComece grátis

Migrar para a nuvem

Os servidores que você acessa do seu Mac com ssh podem abrir pelo tTerm Web, pelo celular ou por qualquer computador em que você entrar na conta. Migrar para a nuvem, no tTerm para Mac, leva esses servidores para a sua conta, cada um do jeito que você escolher para ele. Nada é migrado até você clicar em Migrar.

No tTerm para Mac, entre na sua conta, abra o menu dela na parte de baixo da barra lateral e escolha Migrar para a nuvem, logo acima de Sair. O ⌘K também encontra essa opção.

Os Servidores neste Mac vêm do ~/.ssh/config, do known_hosts e dos comandos ssh que você rodou nos terminais do tTerm neste Mac. Para cada um, o ssh -G informa o endereço, a porta, o usuário, as chaves e o bastion que o próprio ssh usaria; o usuário e a porta que você digitou, como em ssh root@host ou -p 2222, ficam no lugar dos que estão no config. Para isso, o Mac não se conecta a nenhum dos servidores.

Todos os servidores vêm marcados, menos um host git como o github.com (Um host git: sem terminal para abrir), um servidor que Já está no tTerm, um que só o known_hosts conhece e um para o qual você escolheu Não perguntar sobre … na faixa. Depois, o tTerm Web verifica, a partir da nuvem, se consegue se conectar à porta SSH de cada servidor ou à do bastion dele.

Abaixo dos servidores, Chaves em ~/.ssh lista as suas chaves privadas. Só as marcadas vão para o seu cofre. Uma chave é marcada automaticamente quando um servidor marcado abre com ela usando Minha chave.

Cada servidor tem a sua própria escolha:

  • Minha chave – a chave vai para o seu cofre, criptografada neste Mac, e o servidor continua como está. O tTerm Web entra no servidor a partir da nuvem, e um dispositivo seu com o cofre aberto assina o login: um navegador em que você abriu o cofre, ou este Mac. Serve para um servidor que o tTerm Web alcança, com uma chave em ~/.ssh que pode ser migrada. Mais detalhes em Seu cofre de chaves SSH.
  • Passe do tTerm – este Mac entra no servidor uma vez e adiciona uma linha própria do tTerm ao ~/.ssh/authorized_keys do usuário que ele usa para entrar; a sua chave fica aqui. A partir daí, o tTerm entra como esse usuário com um certificado que vale dois minutos, como num servidor conectado com um comando, e não precisa de cofre. Na faixa depois do ssh, esse jeito se chama Deixar o tTerm entrar.
  • Por este Mac – nada é migrado: o tTerm pede a este Mac que rode ssh até o servidor, enquanto o Mac estiver ligado. Serve para um servidor atrás de uma VPN ou numa rede privada, que o tTerm Web não alcança, e para um servidor cuja chave não pode sair deste Mac. O terminal dele roda no modo clássico: cada tecla vai direto para o ssh no Mac, sem blocos e sem pergunta antes de um comando perigoso.

O tTerm escolhe para cada servidor: Minha chave quando a chave dele pode ser migrada, Por este Mac quando o tTerm Web não alcança o servidor ou a chave não pode sair, e Passe do tTerm nos outros casos. Um servidor que o tTerm Web não alcança só tem Por este Mac. Um servidor atrás de um bastion que a nuvem alcança abre por esse bastion.

O botão conta os servidores marcados: Migrar 3 servidores.

  • Minha chave precisa do seu cofre. Na primeira vez, clique em Criar meu cofre com Touch ID e guarde o código de recuperação. Um cofre bloqueado pede o Touch ID ou a senha do seu Mac, ou então, num Mac que ainda não consegue abri-lo sozinho, o código de recuperação, uma vez.
  • Para uma chave com frase secreta, o tTerm pede a frase uma vez. A frase secreta fica neste Mac.
  • Com Minha chave, este Mac primeiro entra no servidor apenas com essa chave; só então a chave vai para o seu cofre, uma vez para todos os servidores dela. Com Passe do tTerm, este Mac entra para adicionar a linha, e o tTerm entra uma vez com o certificado dele para conferi-la.
  • Minha chave e Passe do tTerm precisam da chave de host do servidor no known_hosts: antes, conecte-se uma vez a um servidor novo a partir deste Mac.

Nada é salvo para um servidor que falha. Uma chave que foi para o cofre só por causa de servidores que falharam sai dele de novo, e uma linha que o tTerm adicionou num servidor desses é retirada.

O resultado diz quantos servidores agora estão no tTerm, todos em Personal: 2 de 3 servidores no tTerm. Cada linha diz como o servidor dela abre: Abre com a sua chave, Abre com o passe do tTerm ou Por este Mac, enquanto ele estiver ligado. Ao lado, Abrir um terminal abre um terminal nele. Um servidor que falhou diz por quê, com Tentar novamente e Alterar: Alterar volta para a lista, com apenas esse servidor marcado. Embaixo: as chaves que agora estão no seu cofre, ou Nenhuma chave foi migrada: suas chaves continuam neste Mac.

Na barra lateral, um servidor que abre com a sua chave tem um ícone de chave depois do nome, e um que passa pelo seu Mac mostra via Mac.

Quando o ssh termina sem erro num terminal deste Mac, pode aparecer uma faixa abaixo do bloco dele: droplet: abra de qualquer lugar, com o endereço e a sua chave.

  • Salvar minha chave – o mesmo que Minha chave, quando a chave pode ser migrada.
  • Deixar o tTerm entrar – o mesmo que Passe do tTerm.
  • Agora não ou Não perguntar sobre droplet.

Para um servidor que o tTerm Web não alcança, a faixa oferece Abrir por este Mac em vez disso. Ela aparece uma vez para cada servidor, e nunca para um host git ou um servidor que já está no tTerm. Um servidor salvo pela faixa também vai para Personal.